Os estados democráticos têm, em regra, uma imprensa livre que sobrevive sem apego aos governos ou dinheiro público. O Piauí que tem servido de deboche para o Brasil, convive com uma IMPRENSA HIPÓCRITA, CORRUPTA e SUBSERVIENTE. A imprensa piauiense, em regra, serve a qualquer cretino que tenha dinheiro para gastar consigo. Por coisas dessa natureza e outras ainda mais repugnantes algumas pessoas confundem dinheiro com capital e consequentemente com o CAPITALISMO.
Minha gente, o capital pode ser realmente dinheiro, mas também pode ser o poder ou qualquer coisa que tenha lastro e coloque as pessoas em uma posição privilegiada. A imprensa comumente funciona como empresas de capital aberto, ou mesmo, como qualquer mercadoria de supermercado, que qualquer pessoa que puder pagar por ela, certamente, poderá levá-la. A imprensa, em regra, trabalha como qualquer prostituta – QUEM PAGAR LEVA.
No oitavo dia do mês de novembro, na inauguração do novo Instituto de Criminalística em Teresina, o SINPOLPI fez um protesto e reivindicações em defesa da Polícia Civil e que a MÍDIA praticamente nada mostrou. Apenas uns dois portais de Teresina ainda postaram alguma coisa pequena acerca do assunto depois de cobrados pelo sindicato dos policiais civis, mas mantiveram apenas por umas poucas horas para não ofenderam o seu grande patrão – O GOVERNO DO ESTADO, e não perderem a boquinha do DINHEIRO PÚBLICO.
No Piauí a imprensa só livre para ofender os menos favorecidos. A liberdade de imprensa que o mundo inteiro conclama, no Piauí é interpretada como o direito de vender-se, em regra, ao detentor do poder, seja ele o que for: desonesto, corrupto, cretino, canalha, pedófilo ou estuprador.
Teresina, 01/12/2011
Wagner Nunes Leite
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